3 dicas para colocar limites em crianças de 1 a 2 anos

Seu filho tem quase 2 anos e não para de subir e descer do sofá. Por segurança, você  tenta impedi-lo falando muitos “nãos”, mas mesmo assim ele te ignora. A única opção é retirá-lo do local. Ele chora, grita, não quer parar a brincadeira, desconhece o perigo. Você, sem paciência, acaba irritada.  Então, vem a culpa: será que a minha reação foi exagerada?

E por que a criança age assim?

A criança nessa idade está descobrindo o próprio corpo e as novas possibilidades de se expressar através dele. Ela está experimentando e descobrindo movimentos e emoções. Por isso é difícil para o seu filho renunciar ao que para ele é uma brincadeira e te atender.

Isso é normal nessa idade e não é falta de respeito. Ele ainda não sabe se expressar totalmente pela fala, quer descobrir o mundo que está à sua volta e não aguenta longas explicações.

E é possível sim  educar seu filho pequeno, colocar os limites necessários, cuidar da segurança dele, falar “não” sem se sentir culpada e ainda fortalecer os vínculos afetivos entre vocês.

 

bebê birra

 

Veja 3 dicas que poderão lhe ajudar no momento de colocar limites, de ter que falar um “não” para o seu filho e ainda construir vínculos afetivos com ele.

1- Seja firme

Olhe nos olhos do seu filho e diga com firmeza no semblante e na voz o “não” que precisa ser dito. Dê uma explicação rápida e clara sobre a necessidade do limite. Se ele tentar bater em você, continue olhando firme nos olhos dele e diga que bater dói, machuca e você não gosta e não vai deixar! Deixe claro que a sua reprovação tem a ver somente com a atitude e não com seu filho.

2- Não explique demais

Não fique repetindo, explicando demais o motivo do limite que você colocou. A criança pequena não aguenta longas explicações. Ela é mais de ação do que de palavras.  É falar uma vez. E o tom da sua voz faz toda a diferença para seu filho.  É fundamental que você passe para ele segurança e tranquilidade.

3- Não deixe de brincar

 Depois de conversar com seu filho, ofereça uma opção de brincadeira. Isso é muito importante para que ele possa continuar as descobertas sobre o mundo à sua volta. Você pode mostrar um brinquedo para ele ou quem sabe cantar uma  uma música que você aprendeu na infância. Nesse momento vocês dois estarão construindo vínculos afetivos.

Então, não perca tempo, os filhos  crescem rápido!

É agora o momento de educar e construir vínculos com seu filho que vão fortalecer cada vez mais a família!

Como você pode melhorar o sono do seu filho (e o seu)

Uma noite mal dormida é difícil, mas dormir mal durante muitas noites seguidas pode ser insustentável. A má qualidade do sono traz consequências sérias. Falta de apetite, mau humor, cansaço e baixa no rendimento escolar são apenas alguns exemplos.

Para muitas famílias a hora de ir dormir se transformou em um momento de desgaste e conflitos. O filho só aceita dormir na cama da mãe e com a presença dela. Ele chora, faz birra e, cansada, a mãe acaba cedendo.

Você está passando por uma situação parecida e não sabe mais o que fazer?

É mais ou menos assim: chega a hora de ir dormir e seu filho só “pega no sono” na sua cama, junto com você. Todas as tentativas para que ele durma na sua própria cama tem sido em vão. Ele fica irritado, chora e, exausta, você cede. Somente mais tarde é possível levá-lo para a cama dele. Mas não acaba aqui.

Durante a madrugada, seu filho acorda e exige voltar para a sua cama. Essa situação se repete noite após noite e acaba trazendo conflitos para todos da família. Afinal, no outro dia todos estão cansados e precisam dar conta das atividades do dia.

O momento de ir dormir pede serenidade, tranquilidade e quietude. Isso só é possível se nos sentimos seguros para nos entregarmos ao sono. Essa segurança tem origem na maneira como a criança passou o dia. Tem a ver com a rotina.

Cada família se organiza como pode, mas é fundamental  que a criança tenha uma rotina estabelecida com uma sequência de atividades estável, que aconteçam mais ou menos nos mesmos horários.

Mudanças de plano, “quebra de rotina” e surpresas também são válidas, porque ensinam a criança a lidar com as adversidades e a ter estratégias para dar conta dos imprevistos. Mas isso deve ser a exceção e não a regra.

Mother and son lying down on bed

Veja os dois pontos que você precisa observar na rotina do seu filho para que ele tenha uma boa noite de sono:

1º ponto: Estabilidade – Todas as atividades da criança  devem seguir uma sequência e acontecer mais ou menos no mesmo horário. Tem o momento de acordar, de fazer as refeições, de brincar e de ir à escola, enfim, são muitos exemplos. A regularidade e a constância de tudo que a criança faz o dia inteiro trazem segurança para ela.

Ouço mães dizerem que quando o almoço atrasa e a criança está com sono, preferem improvisar a refeição do seu filho e colocá-lo para dormir, ao invés de manter a rotina combinada. Isso afasta a criança do convívio familiar e impede que ela construa a noção de estabilidade e previsibilidade do que vai acontecer no seu dia.

Lembre-se que uma rotina estável também é uma rotina previsível.

2º ponto: Previsibilidade – Saber o que vai acontecer desperta o sentimento de segurança e confiança na criança.

Quando eu tinha 6, 7 anos, todos os dias ia para a escola às 11:30. Esse foi o horário determinado pela minha mãe, para que não chegasse atrasada.

Depois do ritual de preparo, passava na casa do meu avô para me despedir. Lá tinha um pequeno relógio com o fundo branco que ficava pendurado na parede.

Eu passava por ele   e via  os ponteiros marcando 11:30. Ainda não sabia identificar as horas, mas sabia que era esse o horário de ir para a escola.

Era a melhor sensação do mundo saber que tudo estava dando certo, e que eu estava no meu horário. A previsibilidade, para mim, era um conforto enorme. Assim funciona com as crianças, elas precisam dessa segurança, dessa estabilidade.

Então, dê uma olhada na rotina do seu filho e mude o que for preciso mudar, ajuste o que  for preciso ajustar.

Ele confia em você, ele conta com você.

Ver o filho dormindo bem, se sentindo mais confiante, se entregando ao sono sem receios é um alívio, é uma tranquilidade para nós, mães.

Como mudar a alimentação do meu filho de uma vez por todas

O menino chegou na escola nos braços da mãe. Tinha 3 anos. Sua base alimentar era mamadeira com leite e achocolatado. A mãe pedia socorro, porque não sabia mais o que fazer. Tinha pavor do filho adoecer, não crescer, não sobreviver!

Você se identifica com essa mãe?

Seu filho não se alimenta bem. Ele não quer saber de legumes, verduras e frutas. E não é por falta de você oferecer. Uma grande ansiedade se instala e as refeições se transformam em conflitos intermináveis. No final, exausta, você se sente culpada e sem saber o que fazer. Saiba que a solução pode estar nas suas mãos.

Entre 1 e 2 anos, a criança começa a ter maior domínio do seu corpo e está encantada com o mundo à sua volta e com todas as descobertas que ela pode fazer. Brincar está em primeiro plano e comer deixou de ser interessante.  Esse é um comportamento próprio da idade.

bebê alimentação

No entanto, a brincadeira e a curiosidade não impedem a criança de aprender a ter gosto por alimentos saudáveis. Ela pode construir uma relação de amor com o que come e levar essa aprendizagem pela vida afora.

Diante dessa criança que deseja mais brincar do que comer, é preciso ter paciência. Ela precisa de tempo. Pais ansiosos podem reforçar a indiferença da criança pelos alimentos e as coisas podem piorar.

Mas como você pode ensinar seu filho a comer bem?

1- Calma! Esqueça a ansiedade e não seja insistente. Dê tempo para seu filho. Se ele não quer comer de jeito nenhum, não há problema algum em deixar a comida para mais tarde. Saiba que a ansiedade dos pais é a primeira causa da dificuldade da criança em comer bem.

2- Dê uma olhada na rotina do seu filho. Como estão os horários das refeições dele? Quem sabe ele não está de barriguinha cheia bem na hora do almoço? Se ele está comendo com frequência entre as refeições, isso significa que ele não terá fome nos horários em que deveria comer, como no almoço, por exemplo.

3- Criança não come como adulto. Então, lembre-se de oferecer pequenas porções. Se ele quiser, vai pedir mais.

4- Prefira alimentos caseiros e frutas da região em que vocês vivem. Além de mais saudáveis, são mais saborosos. Seu filho vai gostar.

5- Não disfarce. Ofereça os alimentos tais como eles são, sem disfarçar.  Seu filho tem o direito de saber o nome de cada alimento, sentir o sabor, a textura, o cheiro e a temperatura de cada um.

6- Inclua seu filho. Envolva seu filho, na medida do possível, na escolha e preparação dos alimentos. Mãe e filho juntos na cozinha pode render boas brincadeiras.

7- Faça refeições em família. Refeições em volta da mesa com a família reunida são  a melhor opção. Sem televisão, sem brinquedos. Além de ser um  momento para guardar boas lembranças, é também uma boa oportunidade para ensinar seu filho pelo exemplo.

Comer é prazer! Não podemos tirar isso da criança. Ela tem direito de experimentar, de conhecer os sabores de decidir do que gosta e do que não gosta e de levar isso pela vida afora. Para que seu filho aprenda isso ele precisa de você.

Alimentar o corpo é sagrado! Na nossa memória afetiva há muitas lembranças ligadas aos alimentos da infância. Então que seu filho tenha muitas lembranças boas e felizes do que ele aprendeu e viveu em família.

4 sinais de que a hora do desfralde chegou!

Seja de pano ou descartável, a fralda é uma aliada poderosa das mamães e das crianças. Não há duvidas sobre isso.

No entanto, chega o momento em que essa antiga aliada se transforma em um grande incômodo. Todos passam a enxergá-la como algo que já passou da hora de acabar.

Mas, afinal, qual a melhor idade e qual o momento certo para iniciar o desfralde e abandonar de vez a fralda? A criança dá sinais? Que sinais?

Essas perguntas assombram a cabeça de muitas mamães e tiram o sono de tantas outras.

O desfralde é um momento difícil para a criança, mas que pode ser vivenciado com naturalidade e tranquilidade. Para isso, é preciso lembrar que ela precisa estar pronta para esse desafio e a família também. O papel dos adultos que acompanham a criança nesse momento faz toda a diferença para que a tranquilidade esteja, de fato, presente no desfralde.

bebê desfralde 

O bebê não consegue reconhecer  a necessidade de fazer cocô e xixi. À medida que vai crescendo, ele começa a tomar consciência do seu corpo, e essa conquista traz muitas mudanças em sua vida. Uma dessas mudanças é saber o momento de fazer cocô e xixi. Isso representa ao mesmo tempo uma grande conquista e um grande desafio. Ele não sabe como conduzir essas descobertas, esses sinais que o corpo dá.

Então, o papel do adulto, o seu papel, mãe, é dar suporte  físico e emocional para a criança. É você quem irá reconhecer os sinais de que seu filho está preparado para aprender a difícil tarefa de  controlar a saída do cocô e do xixi.

E quais são esses sinais?

1. A  fralda fica seca por mais ou menos três horas. Isso pode significar que a criança já está iniciando o controle dos esfíncteres (músculos que controlam o cocô e o xixi).

2. Pedir para fazer xixi ou cocô no vaso  ou no penico. Mostra-se interessado por esses objetos, quer brincar com eles, saber como funciona.

3. Mostra-se incomodado com a frada molhada ou com cocô.  Ele fica inquieto, irritado e tenta, ele mesmo, retirar a fralda.   

4. Pede para tirar a fralda. Seu filho pede para que você retire a fralda molhada ou seca.  Ele parece se sentir mais confortável sem a fralda. 

A idade é um indicativo fundamental para o início do desfralde. Começar cedo demais poderá trazer sérias dificuldades físicas para a criança (infecções urinárias e prisão de ventre) e emocionais (vergonha, medo, insegurança).

Cada criança é diferente da outra, por isso o desfralde poderá começar entre 2 e 3 anos e se estender até por volta dos 5 anos. O controle noturno da urina poderá se estender até mais ou menos 7 anos.

Mesmo que tudo indique que a criança está preparada para o desfralde, há fatores que poderão dificultar o processo. Mas afinal, que fatores são esses?

  • Entrada na escola
  • Chegada de um irmão
  • Separação dos pais
  •  Mudança de escola
  • Troca de cuidador
  • Mudança de casa
  • Perda de um ente querido

Cada criança é única e tem o seu tempo para vencer desafios. Aquilo que parece insignificante para nós, adultos, pode significar muito e ser difícil para elas. Então, se algum desses fatores acontecer durante o desfralde, fique atenta. O seu filho poderá precisar que o processo seja adiado por um tempinho,. O melhor é ter paciência, adiar e aguardar. 

Seu filho está crescendo, está vencendo desafios. É a vida acontecendo!

E não se esqueça: cuide do seu filho, porque ele conta com você!

4 dicas incríveis para você evitar os ciúmes do bebê que acabou de chegar

O bebê tão esperado chegou e o irmão, que estava tão animado, agora parece sentir ciúme. O entusiasmo dos primeiros dias passou. Começaram as birras, a irritação e a resistência em ir para a escola.

Você se identifica com essa situação?

Pode ser que o seu filho mais velho tenha momentos de carinho pelo irmãozinho. Mas as coisas tem sido bem difíceis. Ele reage muito mal diante do “não”. Ele chora, grita, esperneia, diz “mas eu quero”… Pede muito colo, diz que é um bebê. Você acaba ficando muito cansada e perdendo a paciência. Então vem o arrependimento e o sentimento de culpa. Você já não sabe mais o que fazer.

Para seu alívio, isso é super normal. A criança ainda não consegue se expressar totalmente pela fala, por isso usa os recursos que tem para demonstrar o que está sentindo. A birra e a resistência em realizar as atividades da rotina são alguns dos recursos que ela usa para se comunicar. É assim que elas nos dão pistas do que estão sentindo.

O ciúme também é comum. A criança tem medo que o irmão menor tome o seu lugar. Leva um tempo para entender que cada um é único na família e no coração dos pais. É com ajuda dos adultos que ela vai vencendo essa fase e percebendo que o amor só aumentou com a chegada do irmão.

Como você pode ajudar o seu filho?

bebe ciúme

 

1º- Não rotule seu filho como birrento ou ciumento

Seu filho não é birrento, isso não é verdade. Ele está se adaptando à nova realidade da maneira que consegue e para isso o seu apoio é fundamental. Apoiar os filhos nas suas dificuldades é ensinar para eles a importância de acolher o outro.

 

2º- Inclua seu filho nas atividades com o irmão menor

Peça ajuda para pegar uma fralda, um brinquedo ou distrair o bebê enquanto você troca a roupa dele. Demonstrar confiança nos filhos é ensinar para eles a serem autoconfiantes e responsáveis.

 

3º- Mostre que todos na casa estão sob as mesmas regras

Quando colocar um limite para o irmão mais velho, deixe claro que quando o bebê crescer e tiver a mesma idade, o limite também será colocado para ele. Respeitar os filhos é ensinar para eles sobre respeito.

 

4º- Continue firme: quando for “não” é não mesmo

Seu filho vai vencer essa fase com o carinho de vocês, mas também pela sustentação dos limites. Não ceder é necessário para que seu filho aprenda sobre limite.

Com carinho seu filho vai entender que cada um é único na família e no coração do pai e da mãe. Ele vai vencendo essa fase e acabará entendendo que o amor, na verdade, aumentou com a chegada do irmão.

O nascimento de um irmão é um ótimo momento para ensinar aos filhos a lidar com os conflitos de maneira amorosa e respeitosa. O que aprendemos em família levamos para a vida.

Lembre-se: a família é um território fértil para aprender sobre respeito, amizade, diversidade e amor.

9 ações para a adaptação escolar do seu filho ser um sucesso

Enfim, chega o primeiro dia de ir para a escola. Mesmo apreensivos, pais e mães estão certos que tudo sairá bem. A criança demonstra entusiasmo, parece feliz e com muitas expectativas.

No entanto, esses sentimentos desaparecem até o momento da despedida. O que era para terminar bem , acabou terminando em um  choro sentido da criança e uma enorme insegurança dos pais.

Talvez você já tenha vivido essa experiência ou está com medo de passar por isso. No tão esperado primeiro dia de aula, ao chegar o momento da despedida, na porta da sala, o seu filho começa a chorar, se agarra na suas pernas e você simplesmente não sabe o que fazer. Uma grande insegurança vem à tona com o choro compulsivo do seu filho. E essa cena se repete por dias e dias.  Então, você se pergunta…

E agora? O que fazer?

Eu sei bem como é esse sentimento. Quando meu filho foi para a escola pela primeira vez, aos 3 anos, a sua adaptação foi difícil, principalmente porque, na época, eu estava com 7 meses de gravidez. Me lembro como foi difícil, então entendo o que você pode estar sentindo.

Você já voltou na escola em que você estudou quando era pequena? Se você já tiver feito isso, certamente experimentou um certo estranhamento. Isso, porque na sua lembrança, a escola era  muito maior!

Agora pense: como é que seu filho vê a escola em que ele irá estudar?

A percepção dele, como também um dia foi a sua, é de um lugar muito maior. Então, é possível imaginar os sentimentos do seu filho: medo, insegurança, desejo imenso de ficar com você e voltar para casa.

A adaptação escolar é um processo vivenciado não só pela criança, mas também pelos pais e pelos profissionais da escola. Cada um irá reagir de maneiras diferentes durante esse processo, seja nas manifestações emocionais ou no tempo que ele levará para ser concluído. É um período que traz ansiedade e expectativas.

adaptacao-escolar

Para que esse processo seja vivenciado por todos com sucesso, a família e a escola desempenham um papel fundamental. Ações tomadas em parceria, poderão favorecer a cada um sair do período de adaptação  mais fortalecidos, principalmente a criança. Afinal, não é fácil para ela se separar da família, lidar com um ambiente novo e com pessoas que ela só irá conhecer aos poucos.

Então, conheça 9 ações que irão fazer toda a diferença para você e para seu filho, quando chegar o momento de ir para a escola.

1- A escolha da escola

A escolha da escola gera confiança e segurança para você e para seu filho. Então, antes de definir, fique atenta para alguns ítens:

  • Espaço – Conheça os pátios,  as salas, a biblioteca, banheiros e todas as dependências da escola destinadas ao seu filho.
  • Observe os brinquedos e os móveis disponíveis.
  • A localização – Uma escola muito distante traz desgastes desnecessásrios. Imagine seu filho ter que enfrentar longas distâncias ou engarrafamentos até chegar em casa. Isso pderá gerar estresse, dificuldade na adaptação e até mesmo noites de sono mal dormidas.
  • Alimentação – Caso a escola ofereça as refeições, procure saber se elas são planejadas e acompanhadas por um nutricionista. Conheça o espaço destinado às refeições e os utensílios utilizados.
  • Adaptação – É importante saber como a escola planeja o período de adaptação. A noção do tempo para o seu filho é completamente diferente da sua. Um período curto poderá parecer uma eternidade. É preciso que tenha flexibilidade nos horários de saída. Então, ir embora mais cedo evita o cansaço e não compromete o processo de adaptação. Ficar na escola a metade do tempo no qual seu filho está matriculado é o mais indicado. Esse procedimento poderá durar por volta de 3 a 7 dias, dependendo da idade e da reação da criança.
  • Depois da escolha feita leve seu filho para conhecer a escola, mesmo que ele seja um bebê. Esse gesto irá trazer mais segurança e conforto para você no momento de deixá-lo na escola. Além de ser um gesto de respeito pelo novo momento de vida do seu filho.

2- Durante as férias

Durante as férias evite falar sobre a escola e nem crie nenhuma expectativa sobre ela. É hora do seu filho passear, curtir os brinquedos e a sua companhia.

3- Nos 3 últimos dias

Mais ou menos nos três últimos dias de férias é hora de falar da escola:

    – Leve seu filho para conhecer a escola antes de começar as aulas. Nem que seja passar na rua para ver o lado de fora. É uma maneira de fazer com que ela não lhe seja totalmente estranha no primeiro dia de aula.

     – Caso tenha que comprar algum material escolar, leve seu filho e,  se puder, deixe que ele também faça escolhas. Ele ficará entusiasmado  e se sentirá mais comprometido.

4- Quando começar as aulas

Todos os dias, inclusive no primeiro dia de aula, ao deixar seu filho na escola, faça a despedida, de maneira rápida, mas olhando bem nos olhos dele. Jamais saia “de fininho”, sem que ele perceba. Atitudes assim, deixarão seu filho inseguro e a adaptação ficará mais difícil. Mesmo que ele chore, é melhor se despedir.

5- Fique a atenta

Permaneça a postos durante a adaptação. Você poderá ser chamada para buscar seu filho mais cedo se ele estiver chorando muito. Combine com a professora em que local você poderá ficar, principalmente se seu filho for para o berçário. Caso você não possa ficar na escola, um adulto do convívio dele, deverá tomar o seu lugar. Isso é importante para que seu filho, você e a escola se sintam mais seguros ao retomar o processo no dia seguinte.

6- Brinquedo de casa

Incentive seu filho a levar um brinquedo para a escola e mostrar aos colegas e à professora, tanto no primeiro dia de aula quanto durante a adaptação. Pode ser aquele que ele mais gosta ou um livro… Isso motiva a criança a querer ir para a escola.

7- Brinquedo da escola

Combine com a professora para deixá-lo levar para casa um dos brinquedos da escola que ele tenha gostado  muito,  mostrar para a  familia e devolver no dia seguinte. Isso motiva a criança a querer voltar para a escola.

8- Converse com seu filho

Converse com seu filho para saber como foi o dia na escola, do que brincou, o que gostou, o que não gostou, o nome dos colegas… de forma bem natural. Se ele não quiser falar, não insista.

9- Converse com a escola

Converse com os profissionais da escola para tirar dúvidas, dissipar medos e construir uma relação de parceria e confiança.

Com o seu apoio, o seu filho irá vivenciar a adaptação com tranquilidade e sair desse processo mais fortalecido, compreendendo a escola como um lugar seguro  para o qual ele deseja voltar e conviver com pessoas nas quais ele pode confiar.

Você também sairá desse processo de adaptação mais segura e com muito mais confiança na escola.

7 Dicas Simples Para Tornar as Viagens com Seus Filhos Inesquecíveis

Algumas das lembranças mais marcantes e inesquecíveis da infância que guardamos são de viagens em família. Pense agora em uma viagem que você fez com seus pais e que você se recorda até hoje? É incrível pensar que as lembranças de viagens que seu filho irá levar por toda a vida estão sendo construídas hoje e cabe a você proporcionar a ele esses momentos.

Para isso é preciso ter atenção a alguns detalhes simples e muito importantes para planejar sua viagem com as crianças. Essas 7 dicas que preparei para você são fundamentais e podem definir se a sua viagem em família será lembrada por bons momentos de alegria ou por momentos de conflito e desconforto.

Se você quer que suas viagens em família sejam experiências significativas e repletas de boas lembranças para você e para seus pequenos, então é fundamental pensar nos detalhes. Então vamos lá!

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7 dicas para tornar a viagem inesquecível

 1- Escolhendo o destino

– O local escolhido deve ser compatível com a idade das crianças. Filas enormes, por exemplo, não combinam com crianças. Isso poderá deixá-las entediadas.

–  Os excessos de frio ou calor podem trazer grandes incômodos para as crianças. Aqui na minha casa, por exemplo, viajamos poucas vezes para praias. A minha filha tem alergia ao calor intenso e a água salgada trazia imenso desconforto. Então cada viagem à praia precisava ser planejada com cuidado para que não fosse uma experiência ruim.

– Procure informações sobre o local escolhido e faça um roteiro com todos os lugares que vocês desejam visitar e adequar à quantidade de dias que vocês pretendem ficar. Saber de todas as atividades, o que tem para fazer e se programar.

– Converse com seu filho sobre a viagem, conte o nome do lugar, o que tem de interessante e o que vocês irão fazer, independente da idade dele. Se ele for maior, poderá dar sugestões também.

 2-  Fazendo as malas:

– Fazer as malas com antecedência para evitar estresse e levar em conta o destino escolhido.

– Fazer uma lista ajuda a levar o que é necessário para a quantidade de dias de viagem e  não deixar algo importante para trás.

– Roupas e calçados adequados ao clima. Lembre-se de levar algumas peças a mais.

– Remédios necessários para cada um.

– Material de higiene.

– Sacolas para separar a roupa suja.

– Brinquedos são importantes para que a criança possa se divertir durante o trajeto e durante os dias da viagem. Leve os preferidos do seu filho e que sejam fáceis de transportar. Se ele é maior, ajude-o a escolher. É bom levar um brinquedo surpresa, no caso de um estresse,  um imprevisto ligado a tempo de espera ou mesmo para agradar seu filho. Inclua os livros também, afinal ler ou contar histórias  vale também durante os passeios fora de casa.

– Bagagem de mão: Leve água e lanche para para todos. Biscoitos salgados e frutas são indicados, pois além de sudáveis são mais duráveis. Coloque também remédios (se estiver em uso), uma muda de roupa, alguns brinquedos, e material de higiene para todos.

 3- Durante a viagem:

– Não esqueça a bagagem de mão. Certamente você irá precisar dela.

– Comece a tirar fotos. Registrar o trajeto da viagem poderá trazer imagens bonitas da paisagem, da família e  lembranças significativas de acontecimentos que não estavam previstos..

– Chame a atenção do seu filho para curiosidades do trajeto. A paisagem, as pessoas, o meio de transporte… Esses momentos, além de muitas aprendizagens, proporcionam também diversão e, claro, boas lembranças.

– Conte, leia e ouça histórias, cante, brinque, ouça músicas, conversem, tirem uma soneca, fiquem em silêncio, enfim, curtam o trajeto e se divirtam. Boas lembranças virão também desse momento.

 4- No destino:

– Depois de retirar a bagagem e se instalarem no local, fique um tempo com seu filho para que ele se acostume ao novo ambiente. Dê uma volta com ele pelo local, relembre o nome lugar em que estão e fale um breve resumo do que vão fazer. Esse tempo com você deixa a criança mais segura para se adaptar ao novo ambiente. Se seu filho é bebê, então faça esse passeio com ele nos braços.

– Procure manter a rotina nos horários de se alimentar e dormir.

– Observe a criança: se está gostando, se cansando demais, se alimentando bem, tomando água, indo ao banheiro regularmente, brincando, se divertindo. É claro que uma viagem altera a rotina de todos, mas mude  os planos se você perceber que a viagem não está agradando.

 5- Algumas sugestões de destinos apropriados para crianças:

– Prefira as praias mais vazias, com mar mais calmo e planeje o passeio bem cedo, por causa do sol e das marés.

– Hotéis fazenda e resorts com programação para crianças.

– Se a criança tem pelo menos 3 anos, acampamentos também são boas escolhas.

– Casa de parentes e amigos.

 6- Lembranças das viagens

Trazer uma lembrança da viagem poderá dar início a uma coleção feita em família. Cartão postal, conchas, souveniers, albúm de fotos são algumas possibilidades. Escolham juntos o que levar para casa de lembrança.

 7- Sugestões de brincadeiras para se fazer durante a viagem:

– Ler e contar e criar histórias.

– Recitar poemas.

– Recitar parlendas.

– Cantar alto, baixinho, rápido, devagar, fazendo voz de gigante, voz de bruxa, de formiga (pergunta para seu filho como é que podemos fazer essas vozes)

– Fazer adivinhas.

– Falar  trava línguas.

– Palavra musical – Uma pessoa fala uma palavra e os outros terão que cantar uma música com aquela palavra. Quem cantar primeiro e acertar, será o próximo a falar.

– Inventar rimas – Cada vez um escolhe a palavra para fazer rimas. Rimas com os nomes de vocês, com o destino da viagem, com o meio de transporte e muito mais.

Ex.: avião rima  com…  mão
carro rima com… amarro
praia rima com… saia
areia rima com…aveia
mala rima com… sala

– Fazer toalha rendada com papel.

Viajar em família deixa lembranças e muitas histórias para contar. Mas, para que a viagem seja mesmo uma boa ideia, vale planejar com cuidado cada detalhe. Afinal, imprevistos podem acontecer e com o planejamento em dia, fica mais fácil replanejar, evitar o estresse e fazer a viagem ser um sucesso.

Então, Boa viagem!

Seu filho chora em festas de aniversário?

Choro em festas de aniversário

Você se identifica com essa cena? O salão de festas está lindo, decorado com o personagem preferido do seu filho. O buffet foi escolhido cuidadosamente com guloseimas variadas para agradar adultos e crianças. Diversos brinquedos atrativos também estão preparados para o tão esperado momento. Os monitores já estão a postos e tudo está na mais perfeita ordem. É o aniversário do seu pequeno e essa data merece ser celebrada! Assim que os primeiros convidados começam a chegar o aparente mau humor do seu filho se instala para valer. Ele chora, não quer cumprimentar os convidados e posar para as fotos. Todos aqueles mais próximos da criança tentam agradar sem sucesso. No momento de cantar o Parabéns ele chora ou fecha o semblante e fica olhando com ar assustado para aquela multidão que não tira os olhos dele. Quando a festa está quase terminando, seu filho começa a melhorar o humor, mas aí já é tarde demais. Você fica frustrada, mas… quem sabe no próximo ano seja diferente.

A família fica incomodada. Os pais se sentem culpados e não conseguem entender o que foi que fizeram de errado e ainda precisam lidar com os olhares acusadores de determinados convidados insensíveis. Mas, acreditem, criança chorar na sua festa de aniversário não significa que há algo de errado com ela ou com a família.

Festas de Aniversário

Não se desespere, isso é normal, é saudável! É apenas uma maneira dos pequenos dizerem que não estão entendendo o que ele e aquelas pessoas estão fazendo naquele local desconhecido. Que bom que as crianças se manifestam e nos mostram que estão se sentindo incomodadas. Elas são sinceras!

O que você tem a fazer é acalmar seu filho e acolhê-lo naquele momento de insegurança. Você não precisa ficar se justificando nem se desculpando com os convidados. Deixe que eles se divirtam e dê a atenção necessária ao seu pequeno.

Algumas dicas podem ajudar vocês a lidar com os momentos de stress ou até mesmo evitá-los:

  • Organize a festa com antecedência e não deixe nada para a última hora. Isso pode estressar você e refletir na criança;

  • Escolha um tema que seu filho goste. A partir dos dois anos ele já pode escolher aquele que mais lhe agrada. Ele se sentirá valorizado e mais seguro;

  • A roupa da festa deve ser confortável e de acordo com o clima. Calor demais ou frio demais podem irritar a criança;

  • As festas devem acontecer em horários compatíveis com a rotina do seu filho. Se ele for muito pequeno é mais indicado que a comemoração seja durante o dia, principalmente festas de 1 ano. Afinal, quando o sono chega, o melhor é ir para a cama;

  • Se for possível, leve seu filho para conhecer o local da festa com antecedência ou chegue mais cedo para que ele se familiarize com o ambiente. Ele se sentirá mais seguro quando o salão estiver repleto de convidados;

  • Não insista se seu filho não quiser cumprimentar ou ir no colo de pessoas com as quais ele não convive diariamente. Os convidados irão entender;

  • Planeje para que as datas de vacinas não coincidam com a data da festa. Reações colaterais podem causar febre e dores que irão irritar a criança e trazer desconforto;

  • Se ele chorar no momento de cantar o Parabéns, não tente repetir nem insistir para que ele pare de chorar. É melhor acelerar e oferecer o bolo e os doces para os convidados;

  • Fique atenta ao que incomodou seu filho. Isso vai ajudar quando for planejar a próxima festa.

Saiba que não há problema algum se seu filho estranhar aquela situação tão nova para ele: pessoas que ele não conhece bem, em um lugar que não é do seu costume, com tantos enfeites e objetos coloridos e diferentes. O que você tem a fazer é acolher seu filho e mostrar para ele que você compreende e está do lado dele para viver aquele momento novo e diferente. Tenha certeza que ele vai se sentir seguro e até curtir a festa tão esperada.

Usar manta para segurar o bebê é errado?

Você enrola seu bebê em manta?

Muitas pessoas acreditam que enrolar os bebês em mantas é coisa do passado e que essa prática traz para eles, na verdade, calor e desconforto. No entanto, não é bem assim.

Tenho visto bebês recém-nascidos vestidos com roupinhas muito leves sendo segurados nos colos das mamães, papais, titios, primos, avós… Mesmo segurando com toda a delicadeza, é possível perceber o incômodo das pessoas que estão com eles nos braços e também dos bebês que muitas vezes é mostrado através do choro.

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É isso mesmo! O bebê começa a chorar e todas as tentativas para acalentá-lo são em vão. O que era para ser um momento agradável em família se transforma em desconforto e mal estar. Foi exatamente essa situação que eu e minha irmã vivenciamos ao visitar uma prima e seu bebê de trinta e cinco dias e que me inspirou a escrever este artigo: o bebê estava deitado na cama vestido com uma roupinha bem leve devido ao forte calor que fazia. Assim que a mãe pegou o filho no colo, ele começou a chorar. Ela ofereceu o peito, mudou a posição de segurá-lo, colocou de volta na cama e nada o acalentava. Então minha irmã pediu licença para a mãe, enrolou o pequeno em um lençol de algodão e o segurou nos braços. Ele foi se acalmando e dormiu!

Se isso tem acontecido com seu filho, experimente envolvê-lo em uma manta de maneira delicada, mas firme. Os braços devem ficar em cima do peito. À medida que vai crescendo eles ficam mais soltos para não impedir os movimentos. Você vai ver que aquele aconchego, além de acalmar o bebê, também traz mais segurança para quem vai segurá-lo nos braços.

Aprendi a envolver meus filhos em mantas com a minha mãe. Eu também cobria uma das pontas da manta com um tecido triangular, chamado vira manta. Esse tecido era leve e enfeitado com bordados delicados para não incomodar o bebê. Assim, formava-se uma espécie de capuz que protegia a cabeça e o pescoço. Ficava mais fácil segurar o bebê nos braços. Muitas vezes os ensinamentos das vovós são de grande valor e trazem muita sabedoria, não se esqueça disso!

Os tipos de manta variam de acordo com a temperatura e o gosto da mamãe. Os meus filhos tinham mantas para serem usadas em diversas situações. Se estava frio as melhores eram as de flanela. Se estava calor era a vez das de malha ou as chamadas “dupla face”: de um lado lese e do outro fustão. Sempre usei e recomendo. Não tenha medo e nem pense que você está fora de moda enrolar seu bebê em uma manta, principalmente quando alguém for segurá-lo nos braços e na hora de dormir. O importante é envolver o bebê confortavelmente e permitir que ele se sinta seguro e acolhido.

À medida que seu filho cresce, a manta vai sendo retirada. Vai depender de cada bebê, mas costuma ser por volta dos dois ou três meses.

Se o choro e incômodo do seu filho persistirem, mesmo depois de enroladinho na manta, é melhor ficar atenta para a possibilidade de procurar o pediatra.

Por que você deve levar seu filho a museus?

Levar seu filho a um museu pode ser divertido e educativo. Nesses ambientes a criança tem a oportunidade de conhecer, apreciar e, principalmente, respeitar estilos diferentes.

Eu sempre levei meus filhos a museus, teatros, cinemas e festivais. Acredito que assim, além de ampliar o repertório cultural da criança, ela também se torna mais inclusiva. Afinal, ao observar uma obra de arte a criança poderá gostar ou não, mas terá que respeitar a expressão do artista. Sempre acreditei nisso e constato hoje que meus filhos, além de terem gosto pela arte, respeitam o que é diferente.

Quando você leva seu filho a um museu, você contribui para que ele desenvolva um olhar atento a tudo que lhe rodeia e ainda amplia seu repertório cultural. Os museus guardam a história de um povo e visitá-los nos possibilita entender quem somos e saber mais sobre o mundo em que vivemos.

Levar filhos no museu

E saiba, visitar museus não é programa só para adultos. É só planejar e lembrar que seu filho é uma criança e seu tempo é diferente do tempo do adulto. Não dá para ir a um museu com seu filho pequeno e ficar lendo cada informação e observando vagarosamente cada obra. Para isso, você volta depois, sem o filho. Permitir que a criança conheça esse ambiente, aprecie, se divirta e saiba se comportar nele são os objetivos principais.

Na Europa é comum os turistas se misturarem a excursões escolares que visitam os museus. Crianças pequenas e maiores vão conhecer e apreciar arte. É preciso começar desde bem pequenas!

Aqui no Brasil, de maneira mais tímida, as escolas têm levado as crianças a museus, principalmente para complementar algum projeto desenvolvido em sala. Mas acredito que é tarefa da família proporcionar esses momentos de fruição para que os filhos possam desenvolver o gosto pela arte. A escola apenas complementa.

Outro dia visitei a exposição ARTE À PRIMEIRA VISTA: PÁGINAS DE UMA HISTÓRIA, uma mostra de arte contemporânea dedicada às crianças e que me inspirou a escrever este artigo. A exposição reuniu 86 obras de Lygia Clark, Regina Silveira, Mira Schendel, Geraldo de Barros, Leonilson e FransKrajcberg. Eram obras interativas que possibilitavam às crianças desenhar e brincar com elas. Muito interessante! Fique de olho se chegar aí na sua cidade. Vale levar seu pequeno para aprender e se divertir.

Então, mãe, vamos lá! Escolha um museu e convide seu pequeno para um passeio. Fale para ele como deve se comportar e sobre o que vão ver. Entre no museu e aprecie junto com seu filho o ambiente. Não precisa ficar muito tempo, vá no ritmo dele. Pare nas obras que chamarem a sua atenção, esteja por conta dele. Você vai ver como pode ser divertido e ao mesmo tempo muito educativo.