5 Dicas Para a Cadeirinha do Carro Não Ser um Problema Para os Pequenos

Minha filha não quer sentar na cadeirinha do carro, chora muito.

Meu pequeno fica desesperado só de entrar no carro e sentar na cadeirinha.

Deixamos de viajar, porque meu filho não aceita ficar na cadeirinha do carro.

Já viveu uma situação parecida?

Não é fácil para a criança ficar sentada, presa ao cinto de segurança, principalmente por um tempo que, garanto, é bem maior para ela do que é para nós.

No entanto, a segurança precisa ser levada a sério e abrir mão da cadeirinha não é opção. Sendo assim, veja o que você pode fazer para que tanto os deslocamentos na cidade quanto as viagens sejam tranquilas e seguras:

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1- Evite correria

Procure sair mais cedo para dar tempo de sentar seu filho na cadeira com calma.

2- Uma boa conversa

Converse com seu filho e descreva o que vocês vão fazer, por exemplo, “agora vamos descer para a garagem, eu vou te colocar na cadeira do carro, para você ficar seguro e ir pra escola.”

3- Voz calma e tranquila

No trajeto da sua casa até a garagem, continue conversando com ele. Vocês podem cantar, recitar poeminhas…

4- Brinquedo

Leve um brinquedo que você sabe que ele gosta muito e peça pra ele segurar. Enquanto isso, você vai colocando seu filho na cadeira.

5- Trajeto

Durante o trajeto de carro, cante, converse com ele. Torne esse momento agradável!

Lembre-se de fazer tudo do mesmo jeito, todos os dias, porque nessa idade as crianças aprendem pela repetição. Seu filho vai criar expectativas e esperar por esse momento, se ele for agradável.

Criança Educada Pelos Avós: Dá Certo?

Construir uma carreira, dividir o sustento da casa ou ter que arcar sem ajuda com as despesas da família, exigem, muitas vezes, que os pais passem muito tempo longe dos filhos.

Isso pode fazer com que urgências da vida familiar fiquem prejudicadas com essas ausências: quem leva e busca os filhos na escola? Quem cuida deles quando estão em casa ou doentes? Essas questões podem ser grandes desafios.

Por isso, é comum os pais recorrerem aos avós para cumprir essas tarefas. E eles costumam fazer muito bem!

No entanto, essa solução pode se transformar em outro desafio. Será que eles estão dando conta do recado?

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Há mães que se queixam e se mostram bastante preocupadas com a forma de educar dos avós:
costumam mimar demais os netos, insistem em não colocar e muito menos sustentar limites: o famoso “na casa da vovó e do vovô pode tudo!”.

Assim, de volta para casa, os pais se vêem em situações difíceis com os filhos. Eles resistem em seguir regras e cumprir combinados. Insistem em estender para a sua casa o ambiente sem limites da casa do vovô e da vovó.

Daí podem surgir conflitos que provocam desgaste nessa relação. Isso traz prejuízos enormes para toda a família, porque é um bem muito precioso para o ser humano conviver com os avós.

Então, para que tudo dê certo é essencial haver sintonia entre a educação que a mãe deseja para o filho e a educação que ele de fato está recebendo no dia a dia com o vovô e a vovó. Essa sintonia é moeda valiosa que permite uma educação de qualidade.

Sabe qual é a chave para que a sintonia esteja presente? O diálogo. Através de boas conversas, francas e claras, vovó, mamães e papais podem chegar a um consenso e fazer a educação das crianças dar certo, com sucesso.

Retorne ao diálogo, sempre que for necessário. É pela palavra que conseguimos resolver conflitos e promover mudanças necessárias.

Ter os avós como parceiros na educação dos filhos torna a vida mais agradável, fortalece os vínculos e é a garantia de crianças bem criadas e felizes.

As 4 Maiores Verdades Sobre Amamentação

Desde o início da gravidez médicos orientam as mulheres a se prepararem para que a amamentação seja um sucesso. Massagens e banhos de sol são alguns exemplos desses cuidados.

O corpo da mamãe também participa ativamente desse processo durante a gravidez. O sistema de lactação é acionado e as mudanças começam a ficar visíveis desde o início: os seios vão aumentando de tamanho e a aréola vai ficando mais escura.

Mesmo com todo esse preparo, leva alguns dias para que a amamentação seja confortável tanto para a mamãe, quanto para seu filho. Não é um mito, mas a pura verdade.

Isso é normal e faz parte do processo. É fundamental ter paciência e persistência, porque é certo que o seu leite é o alimento perfeito para o seu bebê.

Amamentar seu filho é maravilhoso para ele e para você.

Depois do nascimento, você pode cooperar com seu corpo e com seu filho para que a amamentação se cumpra com sucesso para vocês dois.

Saiba que:

1 – A sua calma e tranquilidade afetam diretamente o bebê.

Se você está bem, ele também fica bem! Então, cuide para que esse momento seja especial e bem sucedido:
– Escolha um local confortável com ambiente calmo;
– Coloque uma roupa confortável;
– Deixe os pés sempre apoiados;
– Tome água logo depois de amamentar.

2 – Ao amamentar você também perde peso!
Produzir o leite gasta muitas calorias. Mas não se esqueça da alimentação saudável e balanceada.

3 – Amamentar fortalece os vínculos
Cada vez que seu filho é amamentado, os vínculos entre mãe e filho se fortalecem.
É um momento de intimidade única e a cada “mamada” você e seu filho se conhecem um pouco mais.

Soft photo young mother feeding breast her baby at home in white room

4 – A amamentação pode ser exclusiva até por volta dos 6 meses de vida do seu filho
O leite materno tem todos os nutrientes que o bebê necessita ao nascer. Isso porque os componentes do leite materno mudam para satisfazer as demandas do bebê em desenvolvimento.
Por isso durante a amamentação exclusiva não é necessário oferecer água para o bebê.  Lembrando que esse tempo de amamentação exclusiva não é regra e pode variar, dependendo das necessidades do bebê e  da mãe.

Amamentar é um ato de amor. É bem estar e saúde para você e seu filho.

Então, não tenha medo e cuide para que esses momentos sejam especiais. Seu filho e você têm direito e merecem essa experiência!

Como Não Descontar Nos Meus Filhos

Passava um pouco das 7 da noite. Deixei o carro na garagem e tirei minha filha da cadeirinha. Ela estava dormindo profundamente. Com a mão direita -com esforço-  peguei a sacola de compras, a bolsa e a mochila da escola. Com o braço esquerdo aninhei minha filha no peito, embalada pelas batidas do meu coração. Subimos a escada e assim que abri a porta, ela acordou e logo começou a chorar. Acordou irritada e cansada. Assim que falei em tomar banho, ela se jogou no chão explodindo num choro alto e raivoso. A birra havia começado. E a partir daí eu me vi em uma sequência de sentimentos que vem se repetindo noite após noite… raiva, falta de paciência, desânimo, cansaço, culpa e arrependimento.  

Você tem sentido isso ultimamente?

E pior,  tem direcionado esses sentimentos para quem você mais ama?  Para seu filho?

Pois é, a vida corrida, a falta de tempo, a preocupação com o trabalho e com a família, enfim, a pressão da vida moderna tem impactado de maneira negativa a vida de cada um de nós.

Esses estímulos externos provocam conflitos que, muitas vezes, são difíceis de entender e resolver. Trazem desgastes para a relação familiar e nos impedem de viver momentos únicos ao lado de quem amamos.

O tempo passa tão depressa e, por isso, é urgente vencer esses desafios sem descontar em quem está por perto.

Então, o que fazer? Como agir?como-nao-descontar-no-meu-filho

Primeiro, é preciso voltar o olhar para nós mesmas e entender que sentimentos de raiva, falta de paciência, desânimo, cansaço, culpa e arrependimento são humanos, legítimos. Mas, podemos aprender a lidar com eles e ter uma vida boa e plena em família.

Você pode mudar essa situação com atitudes simples:

1- Entre no ritmo do seu filho – Isso significa, observar as necessidades dele e corresponder para que elas sejam atendidas. Para isso, dê uma olhada na rotina e veja como andam os horários:

  • de preparar seu filho para ir à escola
  • de  ir para o trabalho
  • das refeições
  • dos banhos
  • das brincadeiras
  • de ir dormir

Muita correria provoca estresse e nos deixa desanimadas. Observe e reflita sobre a rotina da sua família e faça os ajustes e mude o que for necessário.

2- Cuide de você. Tenha tempo para ser adulto, ou seja, tempo para namorar, ler um livro, assistir um filme, ler um livro e cuidar da beleza. Você escolhe.

Para isso, ajustar a rotina é fundamental. Por exemplo, se seu filho dorme mais cedo, sobra tempo pra você se cuidar.

3- Seja exemplo. Lembre-se que seu filho aprende por imitação e ele está “de olho” em você, ele aprende o tempo todo com você.

Você pode tornar a sua vida mais leve e viver momentos únicos com seu filho. Não perca tempo, porque ele cresce rápido e as lembranças ajudam a superar a saudade desse tempo.

 

Criança Não Precisa Dizer “Obrigado”

Sala cheia: avós, tios, primos, amigos e alguns desconhecidos. Todos conversam animadamente. Mãe e filho entram juntos:

“Menino, cumprimenta! vão pensar que eu não te ensinei.”

“Esse menino é mal educado, não cumprimenta ninguém!”

“Filho, já cumprimentou as pessoas?”

Você já ouviu essas frases? Você fala essas frases?

É comum presenciar cenas como essa. Mãe preocupada por ensinar ao filho boas maneiras. Cumprimentar as pessoas, principalmente os familiares, é sinal de boa educação. Será? Sim e não!

O que os outros pensam sobre nós é importante e tem a ver com a nossa autoestima, mas não podemos permitir que isso provoque comportamentos que ao invés de educar,  magoam nossos filhos.

Muitas crianças se sentem envergonhadas diante de pessoas com as quais elas não convivem muito e isso é o que as impede de dar calorosos cumprimentos bem educados.

A criança é espontânea. Ela age como pensa. Isso nos dá pistas das dificuldades que ela tem em determinado momento da vida. Como adulto experiente, podemos ajudá-las a vencer.

Então, veja o que fazer para ajudar seu filho a entender e aprender como é bom dar e receber cumprimentos:

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1- Eduque pelo exemplo:

  • Cumprimente seu filho sempre que for sair e sempre que chegar em casa.
  • Fale para seu filho como é bom quando você chega em casa e recebe um cumprimento dele.
  • Converse com seu filho, “olho no olho” sobre a importância de cumprimentar as pessoas, porque elas se sentem bem. Dê como exemplo o que vocês sentem quando se cumprimentam.
  • Lembre-se de cumprimentar as pessoas, principalmente quando estiver com seu filho. Ele está aprendendo com você.

2- Converse olho no olho.

Caso ele não cumprimente as pessoas, fale com ele, “olho no olho” sobre esse comportamento, mas em particular. Não temos que controlar, temos que cuidar e educar.

Ensinar aos filhos a cumprimentar as pessoas ao chegar e ao sair é um valor que levamos para a vida inteira. Ganha quem cumprimenta, ganha quem recebe  o cumprimento.

7 Dicas Incríveis Para Fazer Seu Filho Guardar os Brinquedos

Brincar é natural da criança. Elas criam, inventam, se divertem e para isso, costumam querer todos os brinquedos por perto. Retiram um por um e num instante a bagunça está por todo canto.

O problema se instala quando chega a hora de guardar. A criança, exausta, resiste e não quer saber dessa tarefa de arrumação.  

Chega o estresse e um imenso desgaste nas relações familiares.

Já viveu essa situação? Não é fácil lidar com brinquedos pela casa, filho chorando e um imenso cansaço.

Depois de brincar, a criança se sente cansada. À noite costuma ser ainda mais difícil para ela. Depois de um dia inteiro ou meio período na escola, ela precisa de tempo para descansar. E a possibilidade de ter que, depois da brincadeira, voltar tudo para o lugar, pode tirar a criança “do sério”.

O melhor a fazer é agir por antecipação e cuidar para que a brincadeira em seja um momento de aprender, mas também momentos de divertir e ser feliz.

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Você pode fazer isso de maneira simples , veja:

1- Organize os brinquedos: coloque em caixas e nomeie cada uma (pode ser com etiquetas).  Mesmo que seu filho ainda não saiba ler, essa organização facilita muito na hora de guardar.

2- Disponibilize uma caixa de cada vez: brinquedos demais podem deixar a criança desmotivada, com dificuldade para escolher aquele com o qual ela quer brincar.

3- Troque as caixas: troque a caixa por outra, uma vez por semana ou de 15 em 15 dias. Esse revezamento evita que a criança se desinteresse pelos brinquedos. Gera expectativa e curiosidade.

4- Observe o acesso: a caixa deve ficar em um local de fácil acesso para seu filho. Isso possibilita que ele faça escolhas e desenvolva a independência.

5- Combine com seu filho: depois de brincar, tem que guardar no lugar. Fale com seu filho sobre a importância de deixar o lugar em que estamos organizado. Isso é regra e não combinado.

6- Avise seu filho: quando chegar o momento de encerrar a brincadeira,  avise seu filho com antecedência. Pode ser dois minutinhos,  para que ele possa se organizar.

7- Seja criativo: invente maneiras diferentes para guardar os brinquedos. Isso vai render boas risadas e muita diversão. Lembre-se de tomar a iniciativa, pois o seu exemplo faz toda a diferença.

  • Comece a guardar e convide seu filho cantando. A música acalma a criança e atrai sua atenção. Pode ser uma música inventada, no ritmo que você quiser, por exemplo: Quem me ajuda, quem me ajuda a guardar os brinquedos…”
  • Proponha uma competição: vamos ver quem guarda tudo primeiro? Vamos ver quem guarda mais rápido?
  • Para guardar pequenos blocos como lego, proponha fazer um “barrigão”: junte o maior número de peças possíveis, coloque na blusa (altura da cintura) e leve até a caixa.

Os brinquedos fazem parte da brincadeira infantil. A criança aprende a cuidar deles e organizá-los de maneira surpreendente. É preciso ensinar. Vamos lá?!?!

Como Você Pode Falar Sobre Morte Com Seu Filho

Quando a criança perde alguém querido para a morte, ninguém sabe o que fazer. Como explicar? O que dizer?

Um dia, todos nós teremos que enfrentar a morte e as perdas que ela representa. As crianças não estão livres desse momento.

Por isso, a morte não pode ser tratada como algo proibido.  É urgente tratar esse assunto como parte da vida. Sem tabus, respeitando a  criança e as crenças de cada família.

Parece difícil? Nem tanto. Veja como isso é possível:

CL Society 118: Boy crying

1- Conte histórias

As histórias introduzem a criança nos assuntos que são humanos.

Por isso, não tenha medo de contar para seu filho histórias que falem de morte e dos sentimentos que ela provoca.

É através das histórias que a criança vai aprendendo a lidar com as dúvidas e incertezas próprias da vida.

2-  Fale a verdade

Falar a verdade é sempre a melhor opção. Isso significa respeitar a criança como alguém que também tem o direito de saber o que está acontecendo à sua volta.

Lembrando que é necessário levar em conta a idade da criança e poupá-la de detalhes que ela não poderá compreender. Esse cuidado é importante, porque a criança não vai entender, por exemplo, um acidente ou doença grave. O sofrimento poderá ser ainda maior.

3- Esteja pronta para responder a mesma pergunta muitas vezes

A criança muito pequena, de até 4, 5 anos, não vai entender que a morte do ente querido significa que ele não vai voltar nunca mais. Por isso, ela poderá esperar e perguntar quando a pessoa vai voltar, mesmo se já lhe foi falado que essa pessoa morreu.

A criança maior, acima de 6, 7 anos pode entender a permanência da morte, e que quem morreu não vai mais fazer parte do seu convívio.

Mas ela também vai fazer perguntas e querer saber mais sobre o que aconteceu.

Dica valiosa: devolva a pergunta para a criança para saber o que ela realmente deseja saber e até que ponto ela compreende o que perguntou.

4- Levar ao velório: sim ou não?

Depende. Se a criança desejar, não tem problema nenhum. Poderá levar flores e até, se quiser, ver a pessoa que morreu. A postura do adulto que acompanha a criança é que faz toda a diferença.

Dica importante: jamais obrigue a criança a fazer o que ela não quer.

5- Deixe a criança viver o luto

Choro e saudade são próprios dessa fase e, se a perda for de alguém muito próximo, é preciso  respeitar o tempo de luto da criança.

Isso significa não iniciar nenhum processo que represente um grande desafio para ela como, por exemplo, iniciar o desfralde, o desmame ou até mesmo a retirada da chupeta.

O adulto não deve esconder o seu luto da criança. Mostrar que também sentimos falta de quem se foi ajuda a criança a lidar e entender o que ela está sentindo.

É importante tratar a morte como algo natural e humano, apesar de todo saudade e dor que ela representa.

É assim que você pode ajudar seu filho a se fortalecer para lidar com os desafios que a morte representa na vida de cada um de nós.

 

Quais São Os Melhores Presentes Para Crianças De 2 a 5 Anos De Idade?

É difícil escolher o presente certo para as crianças. As opções são incontáveis: coloridos, resistentes, rápidos, sonoros, mágicos… E não faltam propagandas que tentam convencer sobre qual é o melhor.

As crianças, muitas vezes, convencidas pelas propagandas exigem o presente desejado. E, diante da exigência e do desejo dos filhos, os pais acabam depositando no presente /brinquedo a felicidade dos seus pequenos. Negar seria o mesmo que traumatizar.

Então, qual o presente /brinquedo certo para a criança?

  • O educativo?
  • O proposto pela propaganda?
  • O eletrônico?
  • O artesanal?

Muitas dúvidas podem surgir, mas é preciso entender qual o papel do brinquedo na vida do seu filho para saber qual a melhor escolha.

É enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento da criança. Ele é  ponte entre a criança e o brincar. Para ela é fácil e necessário transformar objetos em brinquedos. Brincando, vence desafios, resolve problemas e pensa sobre o mundo.

Então, o presente /brinquedo certo para a criança é aquele que instiga a curiosidade, desenvolve a  criatividade e faz a criança viver o que é da infância – o brincar

1- Brinquedos que não se compram:

  • Papel que se transforma em bola, avião, barco, peteca, chapéu
  • Areia e terra que se transformam em castelos, vulcões, bolos de aniversário
  • Caixa de papelão que se transforma em casa, garagem, posto de gasolina
  • Frasco limpo e vazio que se transforma em foguete, boneco, carro
  • Cabo de vassoura que se transforma em cavalo
  • Tecido que se transforma em cabana
  • Folhas que se transformam em carros
  • Gravetos que se transformam em casa, ponte
  • E ainda tem pedras, conchas, tampas

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2- Brinquedos que se compram:

  • Lego
  • Quebra cabeças grande
  • Velotrol
  • Carros e bonecas de plástico, de pano, de madeira com tamanhos variados
  • Utensílios de cozinha
  • Utensílios de oficina mecânica
  • Livros
  • Fantasias
  • E tantos outros…

O bom mesmo é brincar com leveza. É a criança ser  autora da brincadeira. Ora brincar sozinha, com os amigos e com você.

9 Dicas Para Fazer o Desfralde Sem Traumas

Para a criança não é fácil entender que uma parte do seu corpo (é assim que ela vê o cocô) está indo embora para um local misterioso (é mais ou menos assim que ela vê o vaso sanitário). É por isso que, para muitas crianças, lidar com o xixi é mais fácil, porque ele acaba se misturando na água e ela não sente que está perdendo algo que ela mesma produziu.

Parece estranho, mas é uma relação de amor. O cocô e o xixi pertencem à criança e ela poderá não gostar de vê-los indo embora. Além de tudo isso, ainda é preciso lidar com as sensações físicas do momento da saída do cocô e do xixi: lidar com a sensação do xixi saindo é mais fácil do que lidar com a sensação do cocô saindo.

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Muitas vezes, durante o desfralde, agimos de uma maneira que acaba constrangendo a criança. E fazemos isso porque acreditamos que é normal agir assim, que é super natural. Todo mundo faz!

Então, como fazer o desfralde?

1º- Escolha vaso ou penico. O vaso precisa ter o redutor e o apoiador de pés. É bom o penico ficar no banheiro e a criança ter acesso a ele com facilidade. Deixe seu filho brincar com o penico, se apropriar dele.

2º- Converse tranquilamente com seu filho. Combine com ele como será o procedimento do desfralde, como por exemplo, onde irá ficar o penico (se você optar por ele), como será a higiene, que você irá convidá-lo, etc… Procure ouvi-lo para saber quais seus medos, seus anseios. Assim, você poderá explicar o que realmente for importante para ele.

3º- Compre calcinhas ou cuecas. Se possível, leve seu filho para escolher.

4º- Primeiro tire a fralda durante o dia. Dê a seu filho a opção de usar roupas fáceis de tirar como vestidos e saias com elástico e calças e shorts com elástico. É importante também que a criança use calcinha ou cueca.

5º- Não pergunte, convide (2 /3 anos é a fase do NÃO). Observe os sinais: esconde, cara de fazer força, agacha, fica quietinha.

Lembre seu filho de usar o banheiro com um intervalo de pelo menos 1 hora, 1 hora e meia e logo depois de se alimentar. Ele não para de brincar para ir ao banheiro. Mas faça isso de maneira natural: pressão poderá deixá-lo mais ansioso.

6º- Quando você perceber que ele está querendo fazer cocô, convide seu filho para ir até o banheiro. Faça isso de maneira bem natural, leve. Ele está atento ao seu tom de voz e ao seu semblante. Se você fica calma, ele também tende a ficar calmo.

7º- Seu filho pode ter medo. Pode ser que seu filho tenha medo de ficar sozinho no banheiro e não fique sentado no vaso sanitário. Você já pensou que ele pode estar com medo de cair no vaso? Esse medo é real para a criança. Por isso, o melhor, além de ir conversando com a criança para acalmá-la – brincar que o cocô mora lá no fundo do vaso e ele vai encontrar com outros cocôs poderá acalmar a criança-, também é importante colocar um apoiador de pés, para que ele se sinta mais confortável e segura. Trate com leveza essa dificuldade dele.

8º- Conte histórias. Você poderá fazer acalmar a criança através de histórias, por exemplo. Será mais fácil para você e para ele falar desse assunto tirando o foco de vocês.

9º- A escola é sua aliada. Se seu filho estiver na escola, é importante que vocês tenham a mesma postura. A escola é uma grande aliada nesse processo.

Lembre-se: a retirada da fralda é um processo e cada criança tem o seu tempo.

Seu filho está vivendo um grande desafio ou está prestes a viver e você está aqui, refletindo sobre a melhor maneira de ajudá-lo. Esteja certa que, com o seu apoio, esse momento será de crescimento e todos sairão fortalecidos dessa experiência.

Esteja certa que com o seu apoio, esse momento será de crescimento e todos sairão fortalecidos dessa experiência.

Há livros interessantes para esse momento, como por exemplo:

1- Cocô no trono – Benoit Charlat
2- Um Presente Incrível! – Guido van Genechten
3- O Que Tem Dentro da sua Fralda? – Guido van Genechten
4- O Lobinho usa o Penico – Orianne Lallemand
5- Da Pequena Toupeira que Queria Saber Quem Tinha Feito Cocô na Cabeça Dela – Werner Holzwarth
6- A Incrível Fábrica de Cocô , Xixi e Pum – Fátima Mesquita (Para crianças de 5 a 8 anos)

Como Saber Com Certeza Se Chegou a Hora do Desfralde?

Segundo Fernando Pessoa, poeta português: “a medição do tempo do relógio é falsa”. Ela é certamente falsa no que diz respeito ao tempo das crianças, ao tempo certo para iniciar o desfralde, afinal, cada criança tem seu ritmo próprio.

A fralda é uma aliada poderosa das mamães e das crianças. Seja de pano, seja descartável.

Mas chega o momento em que a fralda começa a se tornar um incômodo tanto para a criança quanto para a família. Todos começam a enxergar na antiga aliada algo que já passou da hora de acabar. E o desfralde começa a dar sinal de vida.

O controle dos esfíncteres (músculos que controlam a saída do cocô e do xixi) não é um processo fácil. Ele pode começar a partir dos dois anos e pode se estender até por volta dos 5 anos ou mais.

A idade é um indicativo fundamental para o início do desfralde. Começar cedo demais poderá trazer sérias dificuldades físicas para a criança (infecções urinárias e prisão de ventre) e emocionais (vergonha, medo, insegurança).

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O bebê não consegue reconhecer no seu corpo a necessidade de fazer cocô e xixi: à medida que vai crescendo ele começa a tomar consciência do seu corpo. Essa conquista traz muitas mudanças em sua vida, inclusive a capacidade de reconhecer a hora de fazer cocô e xixi. Isso representa ao mesmo tempo uma grande conquista e um grande desafio. Ela não sabe como conduzir essas descobertas, esses sinais que o corpo dá.

Então, o papel do adulto, o seu papel, mãe, é dar suporte físico e emocional para a criança. É você quem irá reconhecer os sinais que seu filho está preparado para aprender a difícil tarefa de controlar a saída do cocô e do xixi.

E quais são esses sinais?

1- A fralda fica seca por mais ou menos três horas.

2- Seu filho pede para fazer xixi ou cocô no vaso ou no penico. Mostra-se interessado por esses objetos.

3- A criança mostra-se incomodada com a fralda molhada ou com cocô, por isso procura você para retirá-la ou ela mesmo quer realizar a tarefa.

4- Pede para tirar a fralda, porque parece se sentir mais confortável sem ela.

Seu filho está crescendo, está vencendo desafios! Isso é maravilhoso! É a vida acontecendo! Então, cuide do seu filho, porque ele conta com você!